"Gritar, desabafar, é bom. Até certo ponto - como tudo na vida. Como sempre na vida, é difícil saber onde - raios! - fica este ponto de equilíbrio.
Gritar, desabafar, pode ter o efeito contrário: pode aumentar a pedra no caminho (ou no sapato) que gera a angústia que precisa desabafo. Tipo aqueles dias muito quentes ou frios demais em que todo mundo que encontramos reclama do calor do cão e do frio de rachar. E cada comentário só faz realimentar o desconforto da temperatura extrema.
Há situações em que talvez seja melhor engolir o grito. Com água quente e erva mate."
O inseto que roubou a cena em Goiânia é conhecido na cidade como esperança, sendo também chamado de louva-deus em outras regiões do país. Dezenas de exemplares da espécie invadiram o palco do ex-Beatle, que apelidou um dos bichos de “Harold”. O novo “amiguinho” de Paul ficou em seu ombro durante um bom tempo. Quando se levantou do piano, o cantor chegou a aproximar o bichinho do microfone.
“A brincadeira encantou o público de mais de 40 mil pessoas no estádio Serra Dourada”
Paul Mccartney é um amor de pessoa. Em sua turnê: Belo Horizonte, Goiânia e Fortaleza ele foi simplesmente maravilhoso nos shows. Simpático, amável, brincalhão e contagiou toda a multidão. Presenciar a um show de um Beatle é mais que emocionante. Sem palavras! Não consigo descrever exatamente o que se sente quando se presencia a um show do Paul Mccartney. Há mais do que qualquer adjetivo bom para qualificar o show. E o que mais me encantou foi a simpatia, a maneira de como ele tratou o público, e sem falar que ele falou algumas gírias de cada local em que fez o show, uma forma de se aproximar mais do público. Em quanto muitos cantores “famosos” por aí apenas dizem: “Boa Noite e obrigado”.
Uma flor nasceu na rua! Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu.
Sua cor não se percebe. Suas pétalas não se abrem. Seu nome não está nos livros. É feia. Mas é realmente uma flor. (Trecho de A flor e a Náusea )
"Gritar, desabafar, é bom. Até certo ponto - como tudo na vida. Como sempre na vida, é difícil saber onde - raios! - fica este ponto de equilíbrio.
Gritar, desabafar, pode ter o efeito contrário: pode aumentar a pedra no caminho (ou no sapato) que gera a angústia que precisa desabafo. Tipo aqueles dias muito quentes ou frios demais em que todo mundo que encontramos reclama do calor do cão e do frio de rachar. E cada comentário só faz realimentar o desconforto da temperatura extrema.
Há situações em que talvez seja melhor engolir o grito. Com água quente e erva mate."
O inseto que roubou a cena em Goiânia é conhecido na cidade como esperança, sendo também chamado de louva-deus em outras regiões do país. Dezenas de exemplares da espécie invadiram o palco do ex-Beatle, que apelidou um dos bichos de “Harold”. O novo “amiguinho” de Paul ficou em seu ombro durante um bom tempo. Quando se levantou do piano, o cantor chegou a aproximar o bichinho do microfone.
“A brincadeira encantou o público de mais de 40 mil pessoas no estádio Serra Dourada”
Paul Mccartney é um amor de pessoa. Em sua turnê: Belo Horizonte, Goiânia e Fortaleza ele foi simplesmente maravilhoso nos shows. Simpático, amável, brincalhão e contagiou toda a multidão. Presenciar a um show de um Beatle é mais que emocionante. Sem palavras! Não consigo descrever exatamente o que se sente quando se presencia a um show do Paul Mccartney. Há mais do que qualquer adjetivo bom para qualificar o show. E o que mais me encantou foi a simpatia, a maneira de como ele tratou o público, e sem falar que ele falou algumas gírias de cada local em que fez o show, uma forma de se aproximar mais do público. Em quanto muitos cantores “famosos” por aí apenas dizem: “Boa Noite e obrigado”.
Uma flor nasceu na rua! Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu.
Sua cor não se percebe. Suas pétalas não se abrem. Seu nome não está nos livros. É feia. Mas é realmente uma flor. (Trecho de A flor e a Náusea )
(...) porque, para mim, pessoas mesmo são os loucos, os que estão loucos para viver,
loucos para falar, loucos para serem salvos, que querem tudo ao mesmo tempo, aqueles que nunca bocejam e jamais dizem coisas comuns, mas queimam,
queimam, queimam como fabulosos fogos de artifício, explodindo como
constelações em cujo centro fervilhante.
- On The Road; Jack Kerouac
Me encontre
Canção
O peso do mundo é o amor. Sob o fardo da solidão, sob o fardo
da insatisfação.
O peso, o peso que carregamos é o amor.
Quem poderia negá-lo? Em sonhos nos toca o corpo, em pensamentos
constrói um milagre, na imaginação aflige-se até tornar-se humano - sai para fora do coração ardendo de pureza - pois o fardo da vida é o amor, mas nós carregamos o peso cansados e assim temos que descansar nos braços do amor finalmente temos que descansar nos braços do amor.
Nenhum descanso sem amor, nenhum sono sem sonhos de amor - quer esteja eu louco ou frio, obcecado por anjos ou por máquinas, o último desejo é o amor - não pode ser amargo não pode ser negado não pode ser contigo quando negado:
O peso é demasiado - deve dar-se sem nada de volta assim como o pensamento é dado na solidão em toda a excelência do seu excesso.
Os corpos quentes brilham juntos na escuridão, a mão se move para o centro da carne, a pele treme na felicidade e a alma sobe feliz até o olho - sim, sim, é isso que eu queria, eu sempre quis, eu sempre quis voltar ao corpo em que nasci.
Allen Ginsberg